Lui è risorto, ed io?

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L’Angelo disse alle donne:

“So che cercate Gesù il crocifisso. Non è qui! È risorto come aveva detto.”

Ecco, quello ce lo ricordiamo, siamo tutti felici, è risorto, la Pasqua è arrivata, lui ha ottemperato alla Sua promessa. Ha fatto la Sua parte, cia ha purificato con il Suo preziosissimo sangue, ha vinto la morte per noi!

Finita la storia?

No! Non è una favoletta, adesso si che inizia la storia, la nostra storia. La storia di ognuno di noi. È ORA DI RECITARE LA NOSTRA PARTE, SI ENTRA IN SCENA!

Perché subito dopo l’Angelo disse “Ora andate ad annunciare questa notizia agli Apostoli”

E le donne fecero la loro parte. Infatti dopo ancora c’è scritto:

“Gli undici discepoli, intanto, andarono in Galilea, sul monte che Gesù aveva loro fissato. (…) Andate dunque e ammaestrate tutte le nazioni, battezzandole nel nome del Padre e del Figlio e dello Spirito santo, insegnando loro ad osservare tutto ciò che vi ho comandato. Ecco, io sono con voi tutti i giorni, fino alla fine del mondo».”

Infatti, anche i discepoli fecero la loro parte, fino alla morte.

Questo è uno spettacolo che non è ancora finito, arriva fino a noi, da cristiano a cristiano abbiamo tramandato questa storia e consegnato la staffetta. Ci è arrivato persino mio figlio, a solamente sette anni. Una sera, meditando i misteri gloriosi lui alza la mano (di solito spara una cosa tipo “mamma, lo sai che oggi a calcio ho fatto due gol”), alla fine della decina lo guardo in cagnesco e lui mi dice “mamma, guarda che è una domanda di senso”, io faccio “ah, dimmi, vediamo”. A questo punto lui mi fa, “mamma, alla fine sono stati i discepoli e poi tutti i preti ed il Papa, che è il capo dei preti, a farci tutti cristiani! Così come nell’Eucarestia i preti sono gli strumenti di Gesù per trasformare il pane il Lui, loro sono stati gli strumenti di Gesù per farci cristiani!”. Io, attonita non ho saputo dire altro che “si”. Lui non si ferma “non ci avevo mai pensato, adesso ho capito! Ci fanno fare tutte quelle schede a religione e non ci dicono la cosa più importante! E’ come disegnare il tronco di un albero con i rami tutti staccati! C’è qualcosa che li collega, mica possono restare così staccati!”

“Mica possono restare così staccati”, tutto lì, che sintesi! È inutile fare le tre scimmiette e fare finta di non vedere, non sentire per non parlare: tocca ad ognuno di noi unire i puntini, raccontarle, vivere e tramandare questa storia. Siamo chiamati a fare la nostra parte fino alla fine del mondo, per poter risorgere in un corpo glorioso come ci è stato promesso. Solo in quel momento la storia avrà fine.

“Abbandonato in fretta il sepolcro, con timore e gioia grande, le donne corsero a dare l’annunzio ai suoi discepoli. “

E di corsa!

Sábado de Aleluia – Um profundo silencio

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VIA-SACRA 2012

XIV ESTAÇÃO

Jesus é depositado no sepulcro

V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R/. Quia per sanctam Crucem tuam redemisti mundum.

Do Evangelho segundo João 19, 41-42

No sítio em que Ele tinha sido crucificado havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado. Como para os judeus era o dia da Preparação da Páscoa e o túmulo estava perto, foi ali que puseram Jesus.

Um profundo silêncio envolve o Calvário. No seu Evangelho, João atesta que o Calvário se encontra num jardim, onde existe um sepulcro ainda não usado. E é lá precisamente que os discípulos depõem o seu corpo.

Aquele Jesus, que aos poucos reconheceram como Deus que Se fez homem, está lá, cadáver. Na solidão desconhecida, sentem-se perdidos, não sabem que fazer, nem como comportar-se. Nada mais lhes resta que consolar-se reciprocamente, encorajar-se um ao outro, permanecer juntos. Mas é precisamente então que matura nos discípulos o momento da fé, da recordação daquilo que Jesus disse e fez quando estava no meio deles, e que antes só em parte tinham compreendido.

Lá começam a ser Igreja, à espera da Ressurreição e da efusão do Espírito. Com eles, está a mãe de Jesus, Maria, que o Filho entregara a João. Reúnem-se todos com Ela, à volta d’Ela. À espera. À espera que o Senhor Se manifeste.

Sabemos que aquele corpo, três dias depois, ressuscitou. Assim Jesus vive para sempre e nos acompanha, Ele pessoalmente, ao longo da nossa viagem terrena, entre alegrias e tribulações.

Jesus, fazei que nos amemos mutuamente.
Para Vos termos de novo no meio de nós,
cada dia, como Vós mesmo prometestes:
«Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome,
Eu estou no meio deles».

Todos:

Pater noster, qui es in cælis:
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo, et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.

Quando corpus morietur,
fac ut animæ donetur
Paradisi gloria.
Amen.

Sexta-feira Santa – Jesus morre por mim

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VIA-SACRA
2012

XII ESTAÇÃO

Jesus morre na Cruz

V/.   Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R/.
   Quia per sanctam Crucem tuam redemisti mundum.

Do Evangelho segundo Mateus 27, 45-46

Desde o meio-dia até às três horas da tarde, as trevas envolveram toda a terra. Cerca das três hora da tarde, Jesus clamou com voz forte: Eli, Eli, lemá sabactháni?, isto é: Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonaste?».

Jesus está na cruz. Horas de angústia, horas terríveis, horas de dores físicas desumanas. «Tenho sede»: diz Jesus. E levam-Lhe à boca uma esponja ensopada em vinagre.

Um grito ergue-se inesperado: «Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonaste?». Blasfémia? O condenado grita o Salmo? Como aceitar um Deus que grita, que Se lamenta, que não sabe, não compreende? O Filho de Deus feito homem que Se sente morrer abandonado por seu Pai?

Jesus, até este ponto Vos fizestes um de nós,
um connosco, à excepção do pecado!
Vós, Filho de Deus feito homem,
identificastes-Vos connosco até ao ponto de experimentar,
Vós que sois o Santo, a nossa condição de pecadores,
a separação de Deus, o inferno daqueles que estão sem Deus.
Vós experimentastes a escuridão para nos dar a luz.
Vivestes a separação para nos dar a unidade.
Aceitastes a dor para nos deixar o Amor.
Provastes a exclusão, abandonado e suspenso
entre Céu e Terra, para nos acolher na vida de Deus.

Um mistério nos envolve
revivendo cada passo da vossa Paixão.
Jesus, não considerais ciosamente como um tesouro
a vossa igualdade com Deus,
mas fazeis-Vos pobre de tudo para nos enriquecer.

«Nas vossas mãos, entrego o meu espírito».
Como conseguistes, Jesus, naquele abismo de desolação,
confiar-Vos ao Amor do Pai,
abandonar-Vos a Ele, morrer n’Ele?
Somente olhando para Vós, somente convosco
podemos enfrentar as tragédias, os sofrimentos dos inocentes,
as humilhações, os ultrajes, a morte.

Jesus vive a sua morte como dom por mim, por nós, pela nossa família, por cada pessoa, por cada família, por cada povo, pela humanidade inteira. Naquele acto, renasce a vida.

Todos:

Pater noster, qui es in cælis;
sanctificetur nomen tuum;
adveniat regnum tuum;
fiat voluntas tua, sicut in cælo et in terra.
Panem nostrum cotidianum da nobis hodie;
et dimitte nobis debita nostra,
sicut et nos dimittimus debitoribus nostris;
et ne nos inducas in tentationem;
sed libera nos a malo.

Vidit suum dulcem Natum
moriendo desolatum,
dum emisit spiritum.

Quinta-feira Santa – Ceia do Senhor

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(Jn 13,1-15): Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que tinha chegado a sua hora, hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. Foi durante a ceia. O diabo já tinha seduzido Judas Iscariotes para entregar Jesus. Sabendo que o Pai tinha posto tudo em suas mãos e que de junto de Deus saíra e para Deus voltava, Jesus levantou-se da ceia, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a à cintura. Derramou água numa bacia, pôs-se a lavar os pés dos discípulos e enxugava-os com a toalha que trazia à cintura.

Chegou assim a Simão Pedro. Este disse: «Senhor, tu vais lavar-me os pés?». Jesus respondeu: «Agora não entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás». Pedro disse: «Tu não me lavarás os pés nunca!». Mas Jesus respondeu: «Se eu não te lavar, não terás parte comigo». Simão Pedro disse: «Senhor, então lava-me não só os pés, mas também as mãos e a cabeça». Jesus respondeu: «Quem tomou banho não precisa lavar senão os pés, pois está inteiramente limpo. Vós também estais limpos, mas não todos». Ele já sabia quem o iria entregar. Por isso disse: «Não estais todos limpos».

Depois de lavar os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e voltou ao seu lugar. Disse aos discípulos: «Entendeis o que eu vos fiz? Vós me chamais de Mestre e Senhor; e dizeis bem, porque sou. Se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo, para que façais assim como eu fiz para vós».

Io, i fiori, le palme e le lucine di Natale

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La primavera è arrivata, quest’anno pure in anticipo. Tutto me lo fa capire: il sole, la temperatura, gli uccellini, le gambe gonfie, il sonno, l’allergia di mio figlio, quella vocina che mi urla ogni volta che apro l’armadio “devi fare il cambio stagione prima che tuo marito si presenti con la giacca di lana ad un appuntamento in pieno luglio”. E poi i fiori, ah, i fiori!

Fin dai primi segni primaverili che io comincio a pensare al balcone, abbandonato regolarmente durante l’inverno. Comincio a pensare che devo guardarlo, che devo sistemare le piante per salvare quel poco che mi è rimasto, che devo riempire quell’infinità di vasi che la mia megalomania ha deciso di mettere fuori. In realtà a me piace un mondo vederlo in fiore, ma c’è una congiura universale contro di me che fa sì che un giorno abbia solo 24 ore, che io debba pure dormire ogni giorno e che, tra le cose da fare, il balcone fiorito sia l’ultima delle priorità (ovviamente viene dopo della caccia al calzino spaiato alla mattina, quando devo vestire il pargolo, perché ho deciso di eliminare gli intermediari e fare rifornimento di vestiti direttamente dalla cesta della roba lavata, eliminando passaggi costosi come stiratura e rimessa nell’armadio).

Ieri ce l’ho fatta! Sono andata fuori armata di coraggio, paletta e acqua, a vedere com’era la situazione. Che desolazione! Quest’anno mi sono superata. L’anno scorso avevo scritto un post sulla morte apparente di un’ortensia. Magari quest’anno fosse solo questo: mi sono trovata in un cimitero.  Io che pensavo di fare dei travasi, delle potature, di spostare alcune piante da un vaso all’altro! Invece nulla. Un paesaggio desolante, una secchezza generale aggravata dalla presenza delle lucine di Natale che erano ancora lì (lo so, sono una bestia, comunque vi garantisco che mi sono premurate di staccare il timer dalla spina, giusto per non dare tanto nell’occhio). Vi assicuro che pensare alla primavera, ai fiori, sentire il tepore del sole e poi guardare un ammasso di vasi vuoti con cadaveri di piante secche, ma adornati con festoni di luci spenti è veramente uno strazio.

Mi domando come mai quest’anno sia andata così, insomma, la mia gestione stagionale delle piante ha sempre funzionato. Quelle sensibili al freddo sul pianerottolo (e quelle ci sono ancora, meno male, le vedevo ogni volta che uscivo), le altre sono piante decidue oppure piante grasse coriacee, che resistevano all’abbandono totale. Eppure c’è il deserto. Perché???? Vado dall’esperto, mio suocero, che mi dice ancora “te l’ho già detto mille volte, almeno un poco d’acqua ogni tanto devi darle, anche se sembrano morte e non hanno foglie”, io ribadisco timidamente “ma negli altri anni rimaneva sempre qualcosa”, lui risponde, “si, ma quest’anno c’è la siccità, c’è stata poca nebbia, un disastro per le piante, se non fai qualcosa tu, non rimane nulla”. Ecco, c’è la siccità.

Desolata tolgo le lucine, pulisco vasi, butto via cadaveri, mi domando come mai invece l’erbaccia va avanti comunque. Mentre faccio giardinaggio penso alla mia vita spirituale. Mi rendo conto che siamo di nuovo arrivati alle Palme e faccio un piccolo bilancio della mia Quaresima e mi rendo conto che la visione è molto simile a quella del balcone. Tanti propositi vuoti come i vasi da riempire, forse troppi, segno di un delirio di onnipotenza che non ha fine. Mi rendo conto che ho abbandonato buone pratiche, che non ho bagnato come si deve. Mi rendo conto che sono arrivata di nuovo qui con la speranza che qualcosa fosse rimasto in piede da solo. Ma c’è sempre meno che rimane, perché questi sono tempi di siccità e, se non prendiamo cura del giardino della nostra anima, poco ci resterà. Come con il balcone corro ai ripari, c’erto, sarà più dura, ci sarà da diserbare con forza, strappare radici, bagnare tronchi secchi con la speranza che rifioriscano. Penso che le nostre belle feste cristiane se svuotate da Cristo sono come quel mio balcone orribile decorato con le lucine: queste finiscono solo per esaltare la desolazione del contesto. Mentre sono lì a pensare tutto questo, prendo un vaso che ci era stato regalato da amici quest’inverno. Quella pianta era durata pochissimo ed io lo avevo abbandonato sul balcone con la pianta già morta ancora avvolto nella carta fucsia, aspettando di fare la separazione vaso, terra, carta per buttare tutto nel corretto contenitore in discarica. Per la mia sorpresa lì, dove meno me lo aspettavo, intravedo dei boccioli verdissimi che spuntano, la vita nuova che si prepara a esplodere!

Il cuore si riempie di gioia e penso che non sia mai tardi per ricominciare a fare le cose per bene.

Buona settimana Santa a tutti, che la gioia della Risurrezione possa invadere e riempire le vostre case!

Casa-te e sê submissa: prática extrema para mulheres sem medo

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Moro na Itália há 14 anos e no ano passado tive o prazer de conhecer uma pessoa fantástica que se chama Costanza Miriano, através do seu livro e do seu blog, e de me tornar sua amiga.

O livro da Costanza foi uma maravilhosa surpresa no panorama editorial Italiano. Ora, que um livro intitulado “Sposati e sii sottomessa – Pratica estrema per donne senza paura” (Casa-te e sê submissa: prática extrema para mulheres sem medo) tenha vendido 20 mil cópias em um ano, é incrível!

Faço minhas algumas questões que a filósofa Laura Boccenti pôs durante a primeira apresentação do livro em Milão, no dia 7 de outubro de 2011. O que tem este livro de tão especial? O que faz dele um sucesso tão grande, mesmo propondo algumas das teses menos politicamente corretas que o mundo de hoje conhece? Falar de temas como a submissão da esposa ao marido, de gerar filhos como fim objetivo do matrimonio, falar de autoridade e conseguir uma quantidade enorme de consenso é um sucesso enorme!

O livro de Costanza Miriano tem este poder, por quê? Em primeiro lugar pela linguagem que a autora usa, senso de humor e auto ironia sem nunca ser vulgar, com um pudor e um frescor que são muito difíceis de encontrar por aí. Mas não é só isto.

Como disse a professora Laura Boccenti, o livro “Sposati e sii sottomessa” é uma interioridade que se abre ao leitor sem narcisismo, com simplicidade e, sobretudo, com verdade. Costanza fala muitas verdades a partir da realidade vivida, do quotidiano. Do episódio narrado emerge a verdade. A verdade posta a nu dissipa qualquer ideologia. A verdade que nasce da realidade quotidiana de cada leitor – que se reconhece nos episódios – é eficaz, possui um sentido que pode ser percebido por todos, todos aqueles que compartilham aquela experiência.

É um livro que tu começas divertindo-te e terminas pensando.

O livro é escrito em forma de cartas de Costanza às amigas, às duas filhas e até mesmo a dois amigos. O tema central não é simplesmente o casamento, mas é uma redescoberta do papel da mulher dentro do casamento. Costanza nos convida a redescobrir a capacidade de abrigar, de receber, de acolher. Recorda-nos que esta é a vocação profunda da mulher, é parte da constituição do ser humano do sexo feminino, que se realizará completamente somente se passar através da submissão, no sentido Paulino do termo: colocar-se voluntariamente embaixo, como a fundação que escora e ampara a vida das outras pessoas, na justiça e no amor. Colocar-se em baixo para sustentar, esta é a submissão Paulina e também é aquela “Costanzina”.

Quando parliamo – sottovoce per evitare il linciaggio – di sottomissione dobbiamo uscire dal linguaggio del mondo, che legge tutto nell’ottica del dominio, del potere. Il nostro Re sta in croce, però così ha vinto contro l’unico nemico invincibile, la morte. Anche noi quindi dobbiamo uscire dalla logica del potere, capovolgerla completamente. Innanzitutto perché la sottomissione non viene dal deprezzamento, non la si sceglie perché si pensa di non valere. E poi perché è il frutto della scelta della donna è il fatto che l’uomo sarà pronto a morire per lei.

Quando san Paolo dice alle donne di accettare di stare sotto, non pensa affatto che siano inferiori. Anzi, è al cristianesimo che dobbiamo la prima vera grande rivalutazione delle donne… La sottomissione di cui parla Paolo è un regalo, libero come ogni regalo, che sennò sarebbe una tassa. È un regalo di sé spontaneo, fatto per amore.

” Quando falamos – sussurrando para evitar o linchamento – de submissão temos que sair da linguagem do mundo, que tudo lê na ótica do domínio, do poder. O nosso Rei está na cruz, mas assim venceu contra o único inimigo invencível, a morte. Portanto, até nós temos que sair da lógica do poder, invertê-la completamente. Sobretudo porque a submissão não vem do desprezo, não a escolhemos porque se pensa de não valer nada. E depois, pois que é o fruto da escolha da mulher, é a razão pela qual o homem será pronto a morrer por ela.

Quando São Paulo diz às mulheres de aceitar de submeter-se, não pensa mesmo que sejam inferiores. Ao contrário, é ao cristianismo que devemos a primeira verdadeira reavaliação das mulheres… A submissão que fala São Paulo é um presente, é livre como qualquer presente tem de ser, se não seria um imposto. É um presente por si espontâneo, feito por amor. “

Espero de ter sido útil, se alguém tiver perguntas e eu puder respondê-las, ficarei feliz em ajudar.

Se a alma não é pequena – Se l’anima non è angusta

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Mar Português

Mare Portoghese

Ó mar salgado, quanto do teu sal

São lágrimas de Portugal!

Por te cruzarmos, quantas mães choraram,

Quantos filhos em vão rezaram!

Quantas noivas ficaram por casar

Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena

Se a alma não é pequena.

Quem quer passar além do Bojador

Tem que passar além da dor.

Deus ao mar o perigo e o abismo deu,

Mas nele é que espelhou o céu.

O mar salato, quanto del tuo sale

Sono lacrime del Portogallo!Per attraversarti quante madri piansero,

Quanti figli in vano pregarono!

Quante promesse spose rimasero promesse

Perché tu fossi nostro, o mare!

È valsa la pena? Tutto vale la pena

Se l’anima non è angusta.

Chi vuole passare oltre il Bojador

Deve andare oltre il dolore.

Dio al mare il pericolo e l’abisso donò,

Ma in esso è che specchiò il cielo.

 

Fernando Pessoa, in Mensagem

Sta’ zitta

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Sta zitta

Per le donne che non hanno bisogno di una lotta “contro” gli altri per sentirsi valorizzate.

Per le donne che non hanno bisogno di un giorno per urlare ai quattro venti la “parità” con gli uomini.

Per le donne che amano essere profondamente diverse dagli uomini e che non hanno bisogno di un giorno per dirlo, perché un giorno non basta, ci vuole una vita intera.

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